Síndrome de Burnout

Republico este texto de 207 porque o problema continua existindo e recebendo pouca atenção. São muitas as pessoas que trabalham adoecidas, agravando dia a dia uma alteração que rouba o sentido de viver.

Psicopauta

O que é Síndrome de Burnout

O termo “síndrome” denomina agrupamento de sintomas de um ou mais distúrbio no funcionamento orgânico. Síndrome de Burnout é um tipo de estresse ocupacional que se manifesta com maior freqüência entre profissionais cuja atuação envolve relação constante e direta com outras pessoas, caso dos professores, médicos, enfermeiros, policiais e agentes penitenciários, entre outros.

O estresse comum é um esgotamento pessoal com interferência na vida do indivíduo sem, necessariamente, estar relacionado ao trabalho do indivíduo, o que o diferencia da síndrome de burnout, que envolve atitudes e condutas negativas em relação a usuários, clientes, organização e trabalho.

O termo burnout é uma composição de burn(queima) e out(exterior), sugerindo que a pessoa com esse tipo de estresse apresenta exaustão física e emocional, passando a apresentar comportamento agressivo e irritadiço. Essa síndrome caracteriza-se, também, por avaliação negativa de si mesmo, depressão, apatia e insensibilidade em relação a…

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O perigo dos periódicos predatórios

Replico isto no Psicopauta por tratar-se de conteúdo relevante e que merece ser divulgado. Clique no título abaixo para ler na íntegra.
O Qualis e o silêncio dos pesquisadores brasileiros

“Enquanto aqui no Brasil a comunidade científica praticamente ignora a presença de mais de 200 revistas acadêmicas de reputação suspeita que foram aceitas no Qualis Periódicos, fora do país já começaram discussões sobre essa base de dados que serve para orientar pesquisadores, professores e pós-graduandos brasileiros a escolher publicações científicas para seus trabalhos. (…)”

O autor, Maurício Tuffani, é um jornalista que tem reiteradamente alertado as autoridades e a comunidade acadêmica para a proliferação de “periódicos predatórios”.

Periódicos predatórios são “revistas acadêmicas” (digitais) que negligenciam o rigor científico de artigos e acabam dando chancela de seriedade e suposto caráter de cientificidade a trabalhos ruins.

O problema surgiu com a expansão da internet e o surgimento do movimento “Open Access”,  formado por pesquisadores e instituições que defendem o livre acesso aos artigos científicos. O Open Access é um modelo editorial de publicação de artigos científicos em acesso livre. É financiado pelas próprias instituições acadêmicas mantenedoras dos periódicos ou pelos próprios autores, que pagam uma taxa de submissão (Article Processing Charge).

O oposto de “livre acesso” ou open access são publicações (impressas ou digitais) financiadas por instituições públicas e de fomento a pesquisas, como a UnB, UPS, etc. No Brasil, a  Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), uma fundação vinculada ao Ministério da Educação, por exemplo, gasta mais de 60 milhões de dólares todo anos para  que  universidades e instituições de pesquisa tenham acesso a cerca de 25 mil títulos de revistas científicas integrantes do Portal de Periódicos da Capes. Em contrapartida a esse investimento, os artigos científicos publicados  são escritos e revisados por pesquisadores das instituições públicas vinculadas à Capes, assegurando compromisso com a qualidade e seriedade do que é publicado.

Entenda melhor o assunto lendo:

“Cuidado com as armadilhas dos periódicos predatórios” 

e

“Sobe para 235 a lista de ‘predatórios’ na pós-graduação brasileira”
http://mauriciotuffani.blogfolha.uol.com.br/2015/04/03/sobe-para-235-a-lista-de-predatorios-na-pos-graduacao-brasileira/