Conflitos familiares

livro  “Por que não considerar a possibilidade de resolver os conflitos familiares    sem a interferência da justiça? Partindo do princípio de que ambas as partes querem se beneficiar do resultado, o mais indicado é solucionar o problema independentemente do procedimento a ser adotado. Portanto, evitar a burocracia e o desgaste da interpretação jurídica é um caminho mais rápido e menos penoso, especialmente nas questões familiares e/ou societárias. Esse é o resultado da pesquisa publicada no livro Mediação familiar transdisciplinar – Uma metodologia de trabalho em situações de conflito de gênero, lançamento da Summus Editorial.

        

O método, descrito por Malvina E. Muszkat, Maria Coleta Oliveira, Sandra Unberhaum e Suzana Muszkat, mostrou-se comprovadamente eficiente para ser utilizado em políticas públicas e nos programas de instituições que gerenciam conflitos. Em parceria com a organização não-governamental Pró-Mulher, Família e Cidadania e o NEPO – Núcleo de Estudos da População da UNICAMP, as autoras desenvolveram uma proposta para aprimorar a metodologia da mediação de conflitos e assim contribuir com a erradicação da violência contra a mulher e com o bem estar da família.” (Resenha da Editora).

Interessados no tema “Conflitos Familiares” podem ler mais no site

 

Postado em 25.11.08

 

http://conflitosfamiliares.blogspot.com/

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Cura do câncer de mama

Pesquisa de uma estudante de graduação da UnB Pode resultar em medicamento eficiente para a cura do câncer de mama. A planta conhecida como “Fedegosa” pode ser a grande saída para substituir intervenções cirúrgicas e quimioterápicas, de acordo com a estudante responsável pelo estudo, Andreza Miraca, do 7º semestre do curso de Farmácia. Ela pesquisou quatro extratos vegetais da Amazônia e um do cerrado para identificar quais poderiam ter atividade antitumoral em células MCF-7, as causadoras do câncer de mama. O extrato da Cassia occidentalis, nome científico da Fedegosa, matou, no mínimo, 80% das células cancerígenas. Leia a MATÉRIA COMPLETA .

Postado em 25.11.08

Mitos da Infidelidade

“A traição fere os ideais românticos de amor, comprometimento e exclusividade que caracterizam os relacionamentos amorosos contemporâneos. E boa parte das crenças que a cercam estão envoltas em equívocos e idéias que não correspondem à realidade”.

 

O título e o resumo acima são de matéria publicada na revista Ciência e Vida PSIQUE (Edição nº 33), na coluna Relacionamento. O texto pode ser visto também em versão eletrônica em Ciência & Vida PSIQUE. A matéria destaca que o ciúme está relacionado ao desejo de exclusividade e relaciona mitos criados em torno da infidelidade, como por exemplo, “todos são infiéis e este comportamento poderia ser considerado normal”. Outros mitos citados na matéria: “quem ama não trai”; o oposto disso: “quem trai não ama” e” traição leva ao fim de um casamento”. Há aspectos e pontos de vista bem interessantes na matéria, como este:

Ao término da paixão, quando esta se transforma em amor e o olhar e o investimento potencialmente se deslocam, é preciso reprimir os impulsos para tentar garantir o que chamamos de fidelidade. Mas o que se concebe, afinal, como infidelidade?
Para Drigotas & Barta (2001), a infidelidade pode ser definida como uma “violação das normas dos parceiros que regulam o nível emocional ou da intimidade física com pessoas fora do relacionamento” (Drigotas & Barta, 2001, p. 177). Para Pittman (1994), infidelidade é uma quebra de confiança, ou ainda, o rompimento de um acordo. A infidelidade poderia ser sexual, emocional ou ambas. Infidelidade sexual envolve contato sexual, tal como beijar, ter contato íntimo, praticar sexo oral ou intercurso sexual. Infidelidade emocional envolve a formação de um apego ou uma afeição por outra pessoa e pode abranger comportamentos como flerte, encontro, conversas íntimas ou apaixonamento
.” 

 

Para quem se interessou, a íntegra do texto está no link MITOS DA INFIDELIDADE

 

Postado por Carmelita Rodrigues, em 09.11.08

 

Síndrome do Pânico: compreensão e tratamento

O transtorno do pânico vem sendo diagnosticado com relativa freqüência entre pessoas de diferentes faixas etárias e nível sócio-econômico. Afeta um grande número de pessoas, causando grande sofrimento. A boa notícia é que há tratamento eficaz para esse mal que tanto desestrutura a vida das pessoas.

A Síndrome do Pânico, manifestação física e psicológica de intensa apreensão, temor ou terror que surge sem causa aparente e em forma de ataques súbitos. Investigando a origem desse transtorno pela ótica da Gestalt-terapia, é possível afirmar que o pânico se desenvolve a partir de experiências de desamparo, real ou imaginário, em que o sujeito vivencia o conflito interno entre situações ao mesmo tempo intolerantes e indispensáveis. Diante do impasse, o organismo recorre a mecanismos de defesa, buscando preservar a sobrevivência, e desenvolve a neurose do pânico.

A crescente incidência de casos pode ter relação com o modo de vida contemporâneo, em contextos de individualismo, competitividade exagerados e falta de compartilhamento de cuidados com as crianças, , comum em décadas atrás. É o que sugere Mário Eduardo Costa Pereira (2003).

Pesquisas recentes e a experiência clínica mostram que em muitos casos só o uso de remédios não leva à remissão completa dos sintomas. Embora os medicamentos apresentem eficácia na redução das crises, em muitos casos os pacientes continuam apresentando sintomas de ansiedade, medo de novos ataques, necessidade de apoio externo e dependência do suporte médico mesmo após anos de tratamento. LEIA O TEXTO COMPLETO.

 

Postado por Carmelita Rodrigues, em 08.11.09

Dicas para concursandos

Se você precisa estudar (e reter informações) para passar em concurso público, leia esse pequeno resumo sobre memória cognitiva ou psicológica,  composta de três fases:

. Percepção, registro e fixação;

. Retenção e conservação;

. Reprodução e evocação.

 

Quanto à fixação, estão envolvidos os seguintes fatores psicológicos:

 

. Nível de consciência e estado geral do organismo (é necessário que a pessoa esteja desperta, isto é, não-sonolenta, não muito cansada, bem nutrida, calma e com a mente livre de inquietações);

. Atenção global e capacidade de manutenção da atenção 

  concentrada sobre o conteúdo a ser fixado;

. Sensopercepção preservada;

. Interesse pelo conteúdo, envolvimento emocional e empenho

  do indivíduo em aprender (vontade e afetividade);

. Conhecimento anterior (elementos já conhecidos ajudam a

  adquirir elementos novos);

. Capacidade de compreensão do conteúdo a ser fixado;

. Organização temporal das repetições (distribuição harmônica e

  ritmada no tempo ajuda a fixar novos elementos).

 

Há mais fatores relacionados à fixação e aos outros aspectos do processo de memorizar. Posteriormente acrescentarei mais informações.

 

Fonte: Paulo Dalgalarrondo, in Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais.

 

Postado por Carmelita Rodrigues, em 01.11.08