Transtorno de Déficit de Natureza

O pesquisador americano Richard Louv, autor do livro A Última Criança na Natureza, afirma que a falta de contato com a pode ter impactos  negativos sobre o desenvolvimento das crianças.

Em 2016 ele veio a São Paulo para o lançamento de seu livro e deu entrevista  à BBC Brasil e contou detalhes dos estudos que vem realizando em torno do tema, desde o início dos anos 90, quando fazia pesquisas para outro livro, o Childhood’s Future (“O Futuro da Infância”, em tradução livre).

A entrevista é esclarecedora e pode sr lida na íntegra no link abaixo:

Déficit de natureza

 

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Fotos: Carmelita Rodrigues/2018
Legendas:
Foto 1: Trecho do Jardim Botânico de Brasília;  Foto 2: área do Parque Olhos d’Água (Asa Norte-DF); Foto 3: Pomba-verdadeira, no Jardim Botânico de Brasília.

 

Trabalhando em parceria com a natureza

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Boneca cabeça de suculenta

A Oficina Verde é uma horta‑jardim montada em uma unidade de saúde mental para crianças e adolescentes do Distrito Federal, sob inspiração da Biofilia, que defende a inclinação natural dos seres humanos para amar todas as formas de vida e se beneficiar da proximidade com a Natureza. O objetivo era melhorar os atendimentos da Unidade, com a criação de área verde que propicie manejo da terra, de animais e plantas, e tornar mais confortável e acolhedora a sala de espera. Observou-se que a iniciativa melhorou a ambiência, inspirou usuários do serviço a replicarem a ideia, propiciou a distribuição de informações, sementes e mudas, e influenciou mudança de hábito entre usuários e servidores da Unidade.

Abaixo, a íntegra do texto, publicado na Revista Científica da Escola Superior de Ciências da Saúde (ESC),  Comunicação em Ciências da Saúde, v. 29, n. Supl 1, p. 62-64:

 

Nova resolução do CFP permite psicoterapia online

Foto para banner

Na foto, simulação de atendimento online

 

Uma nova resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP), a Resolução 11/2018, atualiza e amplia as possibilidades de oferta de serviços de Psicologia mediados pela internet. A principal mudança é que foi derrubada a restrição para se fazer Atendimento Psicoterapêutico, o que antes só era permitido em caráter experimental.

A segunda mudança importante é o fim do limite anterior de vinte sessões com cada paciente. Outra novidade é não mais ser necessário ter ou estar vinculado a um site de psicologia cadastrado, como antes, quando era necessário, inclusive, ter um selo de cadastramento. Mais: se antes eram permitidos apenas “processos prévios de Seleção de Pessoal” agora o que vigora é autorização para se realizar “Processos de Seleção de Pessoal.

A exigência de estar inscrito em um Conselho Regional (CRP) e, obrigatoriamente, obter autorização do CFP para realizar esse tipo de atendimento psicológico estão mantidos, como também todas as regras do Código de Ética do Psicólogo, claro, e as demais regras previstas em outras resoluções da categoria. Além disso, testes psicológicos usados nos atendimentos online devem ter parecer favorável do Sistema de Avaliação de Instrumentos Psicológicos (Satepsi), com padronização e normatização específica.

“A psicóloga ou psicólogo poderá oferecer consultas ou atendimentos psicológicos de diferentes tipos por meio das tecnologias da informação e comunicação. Cada tecnologia utilizada deverá guardar coerência e fundamentação na ciência, na legislação e nos parâmetros éticos da profissão. O atendimento, portanto, não poderá ocorrer de qualquer maneira, cabendo ao profissional fundamentar, inclusive nos registros da prestação do serviço, se a tecnologia utilizada é tecnicamente adequada, metodologicamente pertinente e eticamente respaldada.” (trecho transcrito do Site do CFP).

O atendimento online de crianças e adolescentes só pode ser feito na forma da Resolução, em que é exigido consentimento expresso de ao menos um dos responsáveis legais e mediante avaliação de viabilidade técnica por parte da(o) psicóloga(o) para a realização desse tipo de serviço.

A nova resolução estabelece alguns casos em que o serviço deve ser presencial: atendimento a pessoas e grupos em situação de urgência, emergência e desastres; pessoas e grupos em situação de violação de direitos ou de violência, como casos de abuso sexual, por exemplo.

A nova resolução só vai entrar em vigor no dia 14 de novembro de 2018, quando estará revogada a Resolução nº 011/2012.

Leia a NOVA RESOLUÇÃO na íntegra.

 

Seu Pedro e as promessas dos políticos

Casa dos avós no CE

Cartaz de propaganda política com foto do Lula ao fundo (Foto: Carmelita Rodrigues).

 

A foto acima ainda está afixada numa velha casa, agora vazia, de uma família de sertanejos do Ceará. Gente humilde, mas também íntegra, trabalhadora, resistente. Quem a pregou foi o Pedro Rodrigues, também chamado de “seu Pedro”, meu tio. Ele nasceu e sempre viveu na mesma casa, construída pelo pai. Após a morte deste, como de costume, a casa e a família ficaram a cargo dos irmãos mais velhos, até passar a ser ele o mais velho e herdeiro das responsabilidades. Uma família patriarcal, sim, e não incestuosa, como defende a deputada Érika Kokay (PT/DF) e por isso sempre houve proteção e respeito, nunca abusos. Os valores ético-morais são até hoje rígidos, em contraste com a frouxidão moral que predomina no País e desencadeia desordem e insegurança.

Meu tio Pedro, depois de um tempo virou petista, como muitos nordestinos; ele acreditou no populismo do Lula, afinal, era este também nordestino, também sertanejo e prometia cuidar do povo, das pessoas humildes, julgou seu Pedro. Ele próprio, dado ao trabalho honesto e à labuta penosa, não precisava de ajuda; só queria o que lhe assegura a Constituição: segurança pública, hospital decente para quando tivesse algum viés da idade avançada e tranquilidade na velhice. A vida toda só trabalhou, lidando na roça; diversão quase não teve. Nunca se afastou mais do que alguns quilômetros da casa e das terras herdadas dos pais. Nos últimos tempos, magro e sem muita energia, ainda cuidava dos bichos, dos parentes que podia ajudar e de duas irmãs, que como ele, nunca se casaram.

Seu Pedro viu entrar e sair governo; e perdeu a conta das promessas que ouvira de políticos na época das eleições ; e já não estranhava quando eles desapareciam depois do pleito e nenhuma das benfeitorias juramentadas vinham. A energia elétrica, uma das promessas recorrentes a cada eleição, só chegou quando ele passava dos sessenta anos de idade. As chuvas, essas também desapareciam. E quando não chovia por seguidas estações, ele assistia angustiado a aflição dos humanos e dos bichos sedentos e famintos; bichos e humanos compartilhando fome e sede.

Nunca nenhum projeto de irrigação ou qualquer coisa que aliviasse as agruras das secas foi realizado por lá, apesar das doces promessas dos que apareciam pra pedir votos. Dnocs, Sudene, Codevasf… siglas e promessas de políticas públicas que nunca beneficiaram os sertanejos – mas sempre consumiam milionárias verbas públicas. E nada mudou até hoje!

Ele viu a irmã caçula ir embora com os sobrinhos, outros parentes partirem, vizinhos, conhecidos, todos eles vendendo seus pertences e reproduzindo na vida real o que Luiz Gonzaga cantou em A grande Partida. Alguns, voltavam tempos depois pra matar a saudade da terra natal; outros, ele jamais reencontrou. Viu os pais morrerem, os irmãos mais novos também e ele foi ficando, resistindo, envelhecendo e teimando em acreditar que era possível viver no sertão. A visão aos poucos também o abandonou: catarata maldita que lhe roubou o gosto de ver o pôr do sol, a aurora, luz revigorante, a babuja  surgindo verde no pós-chuva, e as penas coloridas dos passarinhos. Dedilhando um velho violão nas horas vagas, ia tocando em frente, como na canção do Almir Sater.

Com a eletricidade veio também a TV. Ele acompanhava as campanhas políticas, os discursos de Lula e esperava nele, confiava nele, afinal, era também um sertanejo e de origem humilde, como ele. Não tinha muito, mas não queria nada além de paz e de poder morrer na sua vidinha calma, cuidando das criaturas que Deus pôs sob sua responsabilidade. Tio Pedro acreditou no PT do Lula e no Lula do PT. E pra ele mesmo não queria nada, mas para os vizinhos que nem um pedaço de terra tinham pra cultivar.

Seu Pedro já se foi, não vive mais entre nós; desencarnou em 2013, aos 86 anos, por complicações da idade e de uma surra que levou de um bandido. Um jovem covarde invadiu a casa do idoso, onde vivia com a irmã, também octogenária, bateu no seu Pedro com um pedaço de pau, até derrubá-lo, e levou o dinheirinho da aposentadoria que ele guardava em casa para gastar com as necessidades do cotidiano. Meu tio Pedro morreu sem compreender que a omissão do político que ele defendia devotadamente fez a violência urbana crescer e chegar até a zona rural; e chegar até ele. Não teve tempo de juntar as peças e perceber que também aquele político havia prometido sem cumprir e cujos erros e omissões tiveram consequências federais, já que pedira votos não apenas para vereador ou deputado local, mas para Presidente do País!

Meu tio  morreu um pouco naquele dia em que sua casa foi invadida e ele, agredido a pauladas covardemente. O bandido machucou-lhe o corpo e alma de idoso que só precisava e merecia proteção, que não teve. Ele defendia outro bandido porque este distribuiu algumas esmolas, que nem chegaram ao lugarejo dele,  mas ele via na TV e acreditava. E nunca nenhuma das promessas do velhaco sertanejo político foi cumprida e nunca o sertão do Ceará, onde morreu o velho e cansado Pedro, recebeu qualquer cuidado, além de umas caixas para guardar água da chuva e uma privada de alvenaria no fundo do quintal; muito menos que esmolas.

Nunca nenhuma universidade federal, bancada com o dinheiro suado de muitos trabalhadores do Brasil, inclusive imigrantes nordestinos, se importou ou se importa com os sertanejos resistentes; nunca levaram até os rincões rurais humildes um pouco de tecnologia, de conhecimento, de desenvolvimento pra ajudar aquelas pessoas a sobreviverem no sertão sedento, de águas e de políticas públicas sérias. Nunca nada além de TV e falácias de políticos.

E até hoje, com discursos de homens talhados na prática da enganação, os sertanejos seguem sofrendo. As crianças nunca tiveram e ainda não têm escolas dignas; nem atendimento médico. As mulheres ainda curam seus males e de seus filhos com chás e benzedeiras; e muitas ainda têm filhos com a ajuda de parteiras. Os jovens continuam crescendo sem perspectiva de trabalho ou de futuro; e como manda a natureza, repetem o ciclo de miséria tendo filhos, que lhes darão netos e assim sucessivamente. Mas eles votam. Então, os políticos voltam, de tempos em tempo.

Nunca nenhuma promessa de progresso se cumpre; nunca nenhum centavo da milionária arrecadação de tributos vai pra eles. E deveria; porque os filhos deles, expulsos pela seca e falta de trabalho, envelhecem na labuta dura das grandes metrópoles, mas principalmente porque os sertanejos nordestinos são também brasileiros. Ano após ano só mentiras, promessas vazias, falácias e depois esquecimento, abandono. Agora tem mais um,  com sorriso falso prometendo mundos e fundos aos nordestinos em troca de ser eleito presidente, exatamente como fizera Lula. E inclusive, indiretamente, pedindo votos para o mesmo Lula que abandonou os sertanejos à própria sorte, embora esses ainda não percebam isso.

Olhar pra essa fotografia me inspira a escrever essas mau arranjadas ideias para lembrar aos irmãos nordestinos, incluindo os sertanejos, que eles não precisam de esmolas… Bolsa Família ou coisa parecida. Precisam sim, de políticas públicas responsáveis que gerem trabalho digno; precisam de projetos de desenvolvimento que lhes permitam permanecer nas suas terras; necessitam de boas escolas para seus filhos; precisam ter de volta a tranquilidade que sempre existiu entre as pessoas simples do campo, acostumadas a dormir e acordar cedo, com a confiança de adormecer numa rede armada no alpendre, de janela aberta e porta escancarada – pro vento amenizar o calor do torrão seco.

Mas agora percebo que eles precisam também de algo mais: de malícia! Para conseguir  separar o joio do trigo no terreno da política, como fazem na colheita dos grãos. Irmãos nordestinos, não se deixem usar por mentirosos que repetem promessas antigas, tão conhecidas de vós e jamais cumpridas. As cores das logomarcas mudaram; os discursos, também; mas as intenções são as mesmas: chegar ao poder a qualquer custo, doe a quem doer. Cuidado, irmãos, com os lobos vestidos de pele de cordeiro.

Algo em mim mudou

Uma canção terapêutica: “Bem-vindo amor próprio”, da cantora Lilian. Para trabalhar o autoperdão, autossuporte e a importância de amar a si mesmo(a), inclusive como condição para ser capaz de amar a outrem.  “Algo bom em mim se modificou… posso perdoar, posso aceitar, sou o meu amor”. Amei descobrir essa bela música! Recomendo escutarem!

BEM-VINDO, AMOR PRÓPRIO

Queremos um Brasil com ordem e progresso

Em 2007 eu postei aqui  no Psicopauta um texto em que eu dizia acreditar que veria chegar o tempo em que as pessoas iriam às ruas pedir a volta dos militares. Foi um texto profético: temos visto na atualidade muitas manifestações públicas defendendo e pedindo a volta de um governo militar para o Brasil. No texto eu argumentava que,  obviamente, não desejava as arbitrariedades ditatoriais de figuras que estiveram no poder, inclusive extrapolando as atribuições e os limites dos cargos que exerciam. Tampouco defendia as torturas e os assassinatos que existiram nem qualquer tipo de injustiça ou violência abusiva. Ocorre que, já naquela época eu enxergava sinais de crescente desordem no País e ouvia das pessoas reconhecimento de mérito dos governos militares no combate à bagunça institucionalizada. Havia, sim, nos anos de linha dura,  menos impunidade a transgressores e menos liberdades individuais se sobrepondo aos interesses coletivos.E as pessoas começavam a se dar conta disso, a sentir falta de ordem.

Enquanto o texto esteve publicado, eu fui muito agredida, inúmeras vezes; me acusaram de alienação, de não conhecer a historia do Brasil, de ignorar o mal que a ditadura militar fez aos brasileiros e etc. Nada disso é verdade. Não sou alienada e de certo que não defendo qualquer tipo de abuso contra a Vida. Acontece que sou a favor da disciplina e entendo que liberdade individual sem cerceamento só dá certo entre pessoas de bom senso, pessoas evoluídas e íntegras. Do contrário, os indivíduos primitivos vão extrapolar e invadir o direito alheio. Entendo que ao se defender os direitos dos indivíduos deve-se necessariamente destacar ao mesmo tempo e com a mesma veemência o dever delas. Na mesma proporção que temos direitos, temos também deveres. “O seu direito termina onde começa o do outro”; ouvíamos isso nas escolas. Os países desenvolvidos, de população mais civilizada que a nossa, mostram-nos que os direitos coletivos  devem sobrepor-se aos individuais, caso contrário a vida em coletivo fica inviável e os índices de  violência sobem, como ocorre no Brasil, principalmente a violência urbana, onde espaços e serviços precisam ser compartilhados.

Devo acrescentar que também recebi à época manifestações de apoio, principalmente de alguns militares, mas parecíamos doidos pregando no deserto. Hoje a situação é bem diferente. O candidato militar Bolsonaro, um capitão do Exército e cujo vice é um general, está assustando os adversários devido às grandes chances de ser eleito, como apontam  as manifestações populares de apoio a ele. As pesquisas? Ah, essas, quem confia nos resultados delas?

Quem diria, né?  As pessoas pedindo de volta a linha dura dos militares. Como explicar isso? A explicação advém da própria realidade brasileira, com as sucessivas experiências pseudodemocráticas dos substitutos dos militares, incluindo pessoas que receberam enorme apoio popular para chegar ao poder e que, uma vez instalado nele, agiram como os porcos do livro de George Orwell, em A Revolução dos Bichos. Esquecendo-se dos compromissos assumidos com o País e com o povo, os indignos “representantes” da população puseram em prática inúmeras e variadas estratégias para espoliar, extorquir e oprimir o povo, mas pregando sempre o contrário com discursos falaciosos ou  populistas, jurando estar governando para a população.

Quando defendem Bolsonaro, na verdade o que as pessoas querem é o direito à paz, à segurança; querem o fim da bandidagem instituída; querem o Estado no comando e não organizações criminosas.Querem andar nas ruas sem medo de assalto ou morte –  e hoje pessoas morrem por balas perdidas até na sala da própria casa! Hoje os transgressores não respeitam idosos, gestantes, crianças, religiosos nem mesmo Deus, a quem desconhecem! Matam outras pessoas com a naturalidade de quem cospe em sinal de repulsa;  assassinam contando com a certeza de que nenhuma punição do Estado sofrerão; roubam cargas, destroem escolas, assaltam bancos, esfaqueiam ciclistas, destroem patrimônio público, desviam bilhões de verba pública… é infinita a lista de crimes cometidos contra os direitos coletivos e contra os individuais, claro. As pessoas comem de lixeiras na falta de emprego; moram nas ruas por impossibilidade de manter um lar… e se escutam nefastas criaturas repetirem que na época de fulano ou de beltrano os pobres eram prioridade! Hipócritas e mentirosos infernais! Ao prometer votos a um Bolsonaro, o que as pessoas querem e pedem, na verdade, é um Brasil em que predomine o que está escrito na nossa bandeira: ORDEM E PROGRESSO!

Que fique claro: eu não estou declarando meu voto a Bolsonaro nem defendendo que votem nele! A candidatura dele ainda está em análise, como a dos demais, com exceção, claro, de figuras que sequer merecem ser consideradas como candidatas a coisa alguma. Estou tentando explicar que o apoio popular a ele não é desarrazoado, ao contrário, expressa o anseio das pessoas pelo fim da corrupção – de verdade – e da desordem no Brasil. Em quem votar cabe a cada um decidir.

Um sobrado abandonado?

“Furnarius rufus é o nome científico da ave popularmente conhecida como João-de-barro. O processo de construção da casa dessa peculiar ave é feito em conjunto pelo macho e pela fêmea, que usam como material principal o barro úmido, e também uma mistura de esterco misturado com palha. O casal faz centenas de viagens em busca da matéria prima. Em geral, essas casinhas tem cerca de 30cm de diâmetro, e sua parede tem 5cm de espessura, e para construí-la, o casal vai amassando o material e fazendo pequenas bolas com auxílio das patas e do bico. Um grande diferencial é que a porta da casa é feita do lado oposto a chuva e vento os especialista ainda não sabem como os pássaros têm essa noção.”

 

 

Foto: Carmel Gomes

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