Maitê Proença e Deus

A crônica abaixo, escrita pela atriz Maitê Proença, é emociontante. E reveladora. Me fez pensar sobre os recentes casos de suicídio cometidos por Cibele Dorsa e Gilberto Escarpa. Não posso deixar de supor que faltou-lhes aliança com Deus, ensinamentos corretos sobre as questões do espírito e da responsabilidade com a Vida. Filha de pais ateus, Maitê quase teve o mesmo fim, como tantas pessoas que passam por duras provações, mas são salvas por forças Superiores, quando há, talvez, um conhecimento interior, inconsciente, talvez de vidas passadas, da existência do Numinoso e da nossa responsabilidade para com a Vida. Acredito que todos os pais deveriam saber sobre Deus e ensinar sobre Deus a seus filhos, pois quando os cuidados deles falharem, haverá o socorro do pai MAIOR. E o filho saberá em quem se apoiar. Quando isso não existe, facilmente são aprisionados por  ”falsos-deuses”: as drogas. Sim, estou atribuindo o suicídio dessas personalidades ao uso de drogas e ao sentimento de vazio e insignificância que elas provocam, à desestruturação do psiquismo e da saúde como um todo. O uso de drogas é estratégia de fuga para quem, infelizmente, não aprendeu a se apoiar na fé.

O clarão é Deus

Maitê Proença

  Deus surgiu na minha vida aos 6 anos de idade, e chegou junto com o pecado. Filha de pais ateus, até então, eu não havia sido apresentada a uma coisa nem outra. Um dia colocaram-me num colégio de freiras no qual rapidamente fui atualizada sobre essas questões importantes da vida. Ali aprendi que algumas faltas eram mais graves que outras. Matar, por exemplo. Mas eu nunca matei ninguém… Ah, é? E, quando você caminha, o que acontece com todas aquelas formigas que vão sendo pisoteadas? Assustada, passei meses andando de cabeça baixa para evitar tamanho pecado. Trocaram-me de colégio.

Passou-se um ano, e surgiu o assunto da primeira comunhão. Você não vai fazer? Não sei, o que é isso? É para Deus te perdoar dos pecados. Ahn… Em casa, minha mãe tirava dúvidas a sua maneira: Deus é como Papai Noel, só existe para quem acredita nele. E ela sabia que eu já não acreditava. Assim, pulamos a primeira comunhão.”

(…)

Assim, fui percebendo que Deus não dava a mínima se a gente queria chamá-lo de Buda, Maomé, Oxalá ou Jesus. Deus não cabia numa caixinha, nem na minha compreensão, e isso de certa forma me confortava.

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