Câncer: melhor não arriscar

Algumas pessoas se esforçam tanto para adoecer que acabam conseguindo.” A frase é de uma médica oncologista que deu palestra na manhã de ontem na Faculdade de Ciências da Saúde do GDF, a Fepecs. Explicando melhor, conforme o que aprendi no encontro: o câncer se desenvolve em organismos que nasceram com um gene “defeituoso”, que predispõe à doença. É a chamada predisposição genética. Todas as pessoas que nascem com esse gene terão câncer? Não. A predisposição não é determinante por si só. Apresenta aumenta a probabilidade para a doença. No entanto, mesmo contendo em seu organismo o tal gene defeituoso, a pessoa pode nunca chegar a adoecer, se ela não somar a essa predisposição nenhum fator de risco. Entre esses fatores, a maioria de origem comportamental, estão o estresse cronificado e intenso, a baixa imunidade, alimentação inadequada (sem fibras, frutas, verduras e legumes – que ajudam na desintoxicação, fortalecimento e defesa do organismo), vida sedentária, alcoolismo, consumo de cigarros, uso de drogas ou substâncias psicoativas de  qualquer espécie, incluindo a maconha, cocaína e coisas similares. E importante: mesmo quem não tem o gene que predispõe ao surgimento do câncer, pode desenvolver a doença, se incluir na vida esses fatores de risco. Daí porque ela usou a expressão acima, de tanto se esforçar, a pessoa acaba por conseguir desenvolver um câncer. No meio médico e psicológico costumamos dizer que as pessoas “fazem” um câncer e todos sabemos que outro fator de risco para desencadear essa doença terrível é o cultivo de emoções nada saudáveis, como a raiva, a culpa e o ressentimento, entre muitas outras. Quem se “alimenta” dessas emoções e as cultiva diariamente, na verdade reprime coisas muito significativas para ela, em vez de pôr a sujeita para fora, tentar compreender e ressignificar a experiência desagradável que deu origem ao padrão psicoemocionalcomportamental doentio. Outras adoecem por não integrarem a própria sombra, sequer tomarem conhecimento dela, e gastarem anos de vida empenhadas em ser como não são, em fazer coisas diferentes do que pede o si-mesmo. A psicossomática, uma ciência que ganha força a cada dia, vem tentando sistematizar a relação entre  emoções/pensamentos e o adoecer. Algo que a medicina chinesa já reconhece e propaga há milhares de anos. Uma amiga psicóloga que trabalha na oncologia do Hospital de Base de Brasília comentou comigo que a história de vida das mulheres com câncer de mama atendidas por ela costuma tem algo em comum: casamentos com parceiros desleais e/ou abandono. Um amigo espírita e também psicólogo me ensinou que pessoas com práticas contrárias à saúde, que não adoecem na encarnação em que cometem esses desatinos, levam consigo (no perispírito, segundo ele) as marcas dos maus tratos ao corpo para a próxima vida e alguns anos depois renascem com doenças crônicas, as chamadas congênitas. Assim, quem nesta vida, por exemplo, tem câncer apesar de sempre ter levado vida saudável, “plantou a semente” na encarnação anterior.  No meu ponto de vista, seja levando em conta o alerta da médica, seja considerando a explicação do espírita, o melhor é  não arriscar e (pelo sim, pelo não) viver sem desrespeitar a saúde do corpo e do espírito. Até porque, a vida é maravilhosa, mesmo com os problemas [e políticos corruptos]! Viver com saúde é infinitamente melhor. Há um apresentador de TV aqui em Brasília que repete sempre : “saúde e paz, o resto a gente corre atrás”. Problemas vêm e vão e fugir da realidade, se esconder da vida em práticas equivocadas pode ter preço muito alto.

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3 comentários sobre “Câncer: melhor não arriscar

  1. Olha, falar que uma pessoa “fez uma cancêr” é uma perversidade muito grande. Eu não sei como pode existir um profissional tão sádico que fale isso para o seu paciente.

  2. Talvez você tenha entendido mal, Marcelo. “Fazer um câncer” tem o sentido de dizer que a pessoa está insistindo em conservar situações adoecedoras ou em alimentar emoções que provocam o surgimento de câncer. Imagine uma pessoa que passe a vida fumando. Ela está fazendo um câncer de pulmão. Ou uma mulher que insiite em não peceber que o marido a violenta psicologicamente e ela “engole” todo o sofrimento. Com o tempo essa emoção contida vai adoecê-la; não necessariamente câncer, mas pode ser tb câncer se ela tiver predisposição para essa doença. É claro que não se diz que a pessoa deseja isso, mas que se recusa a perceber o efeito das emoções e cognições disfuncionais e não de dispõe a buscar ajuda pra mudar o que precisa ser mudado. Por que essa ideia lhe desagrada? Pelo sentido de autorresponsabilização dos processos de adoecimento? Mas tudo que nos acontece é de nossa responsabilidade. Rigorosamente tudo. Consegui explicar melhor a ideia? E acredite, não é de profissionais perversos nem sádicos, mas muito empenhados em ver as pessoas mudarem condutas para salvar a própria vida.

  3. BOM por onde começar,primeiramente pedindo pra não colocar meu nomeé pedindo desculpas pelos erros grosseiros nas palavras que vão ser lidas.a minha historia pode não ser a unica.ja passei,desculpem efeito.comecei a conhecer o lado obscuro do vicioe das pessoas muito cedo.10 ou menos ja bicava alcool,11 acender cigarro nos fundos do colegio naquela epoca vc ja ficava com fama sou de 1974 para ter uma ideia exata,mas isso e outra historia resumindo por enquanto sou viciado em alcool,cigarro,cocaina,fumo maconha tbém meu pai e outros menbros da minha familia morreram de cancer voltando pra mim estou com ulcera cronica,varizes esofago,figado com manchas tento parar com tudo sozinho e nao adianta e naoo vou e internar pois sei nao ia ter coragem de fazer minha mae sofrer mas de vergonha bom pra quem entendeu um pingo e letra ,sim procurei essas doenças para mim provoquei mesmo burrice totalmente concordo com muitos que vao dizer que sou fraco mas me vejo hoje com uma doença que nao consigo mas dominar o vicio e olha que tenho ajuda medica lamento pois gasto o tempo precioso dele pois nao tenho como dizer que nao consigo ficar muito tempo longe do vicio ,voltando ele me falou na primeira consulta se vc continuar nao sei como vc vai aguentar pois vc estar no limite de suportação de toxicos no seucorpo e continuo mas nao aguento mas entao sim uma pessoa chama cancer e outras doenças espirituais que muitos nao entendem por enquanto nos somos o que a sociedade familia amigos tentam omitir admitir que vc usa drogas ou maltrata psicologicamente pelo alcool meu pai foi alcolatra vi muitas vezes minha mae apanhar e me tornei igual a ele fiz a mesma coisa sou ok um monstro sim as vezes acho que sim pois o que eu faço com esses vicios estao me fazendo ver o quanto nao aprendemos a ver e acreditar que vicio e o mal pior da sociedade obs peço pra vc nao publicar ou mudar esta historia de horror como um ser humano se destroi com as drogas e para seu estudo apenas pois vou começar a me estudar como ser humano e evoluir com karater e dignidade acredite as vezes escuto usa mesmo dentro da minha cabeça e agredir meu corpo com faca socos na parede queimaduras com cigarros e fogo tenho marcas de cortes que fazia poxa esqueça nao publique ou mude o nome ainda nem comecei a dizer como se destruir ao longo dos anos e sentir odio raiva medo dor tristeza vontade de morrer de se matar isso tem acontecido muito e ninguem que abrir os olhos pra dentro da sua casa nao tenho filhos nao culpo minha familia eu mesmo destruir ate hoje digo ate hoje meu corpo e minha essencia divina fiquem em paz peço novamente nao coloque meu verdaddeiro nome agradço voufazer exames novamente e escrevo para contar como cheguei em 2007 e como vai estar agora.

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