Depressão por fatores externos e resiliência

Algumas pessoas entram em processo depressivo após ser submetidas a situações de grande estresse. Outras, mesmo passando por situações idênticas resistem sem alterações duradouras no estado de humor. Sem entrar na análise profunda das diferentes causas da depressão, pode-se afirmar que uma pessoa submetida à situação de estresse (profissional ou emocional) e que tolera melhor as circunstâncias opressoras, vencendo a “crise” sem lesões severas é um indivíduo resiliente. Entre muitas conceituações para o termo, pode-se explicar a resiliência como sendo o equilíbrio entre tensão e habilidade de lutar além do aprendizado adquirido no momento em que depara  com graves obstáculos e sofrimentos. O indivíduo sem resiliência é como um ser de vidro, que se quebra ao ser submetido a pressões e situações estressantes. Em outra comparação, semelhante a uma bexiga de borracha, que suporta ser enchida de ar e após ser esvaziada volta à forma anterior, uma pessoa resiliente resiste a pressões sem “estourar”.

Dicas para aumentar a capacidade de resiliência*

. Mentalizar seu projeto de vida, mesmo que não possa ser colocado em prática

imediatamente. “Focar” em um propósito específico reduz o sentimento de vitimização;

. Aprender e adotar métodos práticos de relaxamento e meditação;

. Praticar esporte para aumentar o ânimo e a disposição física e mental; os exercícios

aumentam a produção de endorfinas e testosteronas que, consequentemente,

proporcionam sensação de bem-estar;

. Aproveitar parte do tempo para ampliar os conhecimentos, pois isso aumenta a

autoconfiança;

. Transformar-se em um otimista incurável, visualizando sempre um futuro bom;

. Assumir riscos (ter coragem);

. Tornar-se um “sobrevivente” repleto de recursos no mercado profissional;

. Separar bem quem você é e o que faz;

. Usar a criatividade para quebrar a rotina;

. Examinar e refletir sobre sua relação com o dinheiro;

. Permitir-se sentir dor, recuar e, às vezes, enfraquecer, para em seguida retornar ao

estado original.

* Dicas do Dr. Alberto D’Auria, ginecologista e superintendente de Saúde Ocupacional do Hospital e Maternidade São Luiz.

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