Congresso sobre TDAH no Rio

Um evento de grande importância para interessados em TDAH, o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade: o IV Congresso Internacional da ABDA (Associação Brasileira do Déficit de atenção). Será no Rio de janeiro, nos dias 31 de julho e 1º de agosto. O preço para não-sócios da ABDA é de R$ 260,00. Os temas são atrativos e interessam aédicos, psicólogos e outros profissionais de saúde. Confira na PÁGINA DO CONGRESSO. A estrela internacional é o holandês Joseph Sergeant, mas a participação do brasileiro Paulo Matos não é menos importante. Matos é autor de livros sobre TDAH e envolvido em várias atividades ligadas ao tema.

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2 comentários sobre “Congresso sobre TDAH no Rio

  1. Encontrei seu blog e decidi escrever à você. Meu filho é Tdah e agora, finalmente que descobrimos o que ele tem, está sendo tratado e “focando” nos estudos, o Colégio onde ele estuda quer que eu o tire de lá, já que ele s foram completamente incompetentes e agiram com total descaso para com meu filho.

    Se estiver com um tempinho, agradeço que leia meu desabafo… Ele está publicado no meu blog (http://lucianicordeiro.blogspot.com/2010/05/meu-filho-e-tdah.html) e em um site de Santa Catarina (http://www.stmt.com.br/tdha.htm).

    Não sei se você tem idéia de como nós, as mães de Tdah somos tratadas nos colégios… Antes do diagnóstico, nos tratam de super protetoras, depois do diagnóstico ficam nos descredibilizando perante os outros pais de que estamos inventando doença pra mascarar nossa incompetência como mães, e, finalmente, quando ficamos enfurecidas, nos chamam de loucas… Como criar um filho Tdah tendo que “aturar” semelhantes seres humanos tão desumanos? Justo nós que precisamos tanto da ajuda dos profissionais. Li em algum lugar na net que os tdahs costumam ter inteligência normal à acima da média, mas que, lamentavelmente, “entulham” presídios e manicômios…

    Obrigada pela atenção!

    Luciani

    Cartilha Tdah para professores

    “Fuçando na net”, achei essa Cartilha que conta com o apoio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Campo Verde/MT , que achei muito legal !

    A Compartilho com vocês!

    http://www.docstoc.com/docs/7334698/TDAH-para-professores

    • Obrigada, Luciane, pela indicao da cartilha que orienta escolas a lidarem com o TDAH. Vi a publicao e considero-a relativamente til. Pelo menos algum material de apoio aos professores e o reconhecimento de que a falta de preparo dos professores e gestores de escolas (inclusive coordenadores pedaggicos) uma constante nas nossas instituies e que essa lacuna geradora de grande sofrimento para as crianas, os pais e at colegas de crianas com TDAH, como tb para os professores inaptos.

      Sim, sei o que as mes de crianas com esse transtorno sofrem. Acompanho a queixa de algumas em consultrio e converso sempre com minha irm, que tem um filho com diagnstico de TDAH.

      Tambm li seu desabafo no seu blog. Me solidarizo com sua raiva, sua indignao e at revolta. concordo com quem disse que Deus escolhe muito bem a me de uma criana com esse transtorno porque (como tb de outros transtornos psicoemocionais ou cognitivos) esse fato exige delas no apenas uma superdose de amor como tambm muita tolerncia com a incompetncia de muitos profissionais com os quais tem de lidar, como tambm precisa ser to inteligente quanto costumam ser os filhos para melhor orient-los na caminhada de vida. S posso lhe desejar que continue sendo forte e determinada na defesa dos direitos do seu filho. Estamos longe de merecer uma sociedade perfeita, mas isso talvez nos sirva como desafio para nossa prpria evoluo. No serve como consolo, mas devo lhe dizer que o quadro geral j foi pior. Algumas dcadas atrs pouco se sabia dobre TDAH e eram excees os profissionais capazes de diagnosticar essa alterao. bem verdade que no momento vivemos tambm o absurdo do extremo: h um nmero exagerado de diagnsticos de TDAH, muitos errados, motivados possivelmente pelo desejo de resolver a questo com um remdio. Sei de casos em que a escola fora os pais a buscarem o tratamento medicamentoso para com isso terem o trabalho deles “normalizado” ou melhor dizer “mediocrizado”. isto , fogem do desafio de lidar com as diferenas. Sos uns medocres, com os quais, infelizmente, os pais de crianas especiais tm de lidar.

      Parabenizo-a pela fora e lucidez. Abrao, Carmelita

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